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Percepção de melhora da economia explica melhora na avaliação do governo Lula, indica Quaest

Quaest: 36% avaliam o governo Lula positivamente O principal fator que levou à melhora dos dados do governo e fez…

Quaest: 36% avaliam o governo Lula positivamente O principal fator que levou à melhora dos dados do governo e fez cair a rejeição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na nova pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (15), é a economia. Os dados indicam que aumentou o número de brasileiros que avaliam que a situação econômica do país deixou de piorar. Essa mudança de percepção aparece como o principal fator por trás da redução da rejeição ao presidente e da melhora na avaliação do governo. O levantamento divulgado nesta quarta aponta que 48% dos entrevistados aprovam o governo Lula (PT), enquanto 47% desaprovam. Os números mostram uma situação de empate técnico. Mas, é a primeira vez que a aprovação supera a rejeição numericamente desde 2024. O levantamento também mostra que programas voltados ao alívio financeiro das famílias têm impacto diferente na opinião pública. Entre as medidas testadas, o Desenrola 2.0 apresenta maior potencial para reduzir a desaprovação ao governo do que a proposta de ampliar a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil por mês. Uma pergunta da pesquisa, em específico, mostra o impacto positivo na vida de parte dos eleitores. Os números oficiais mostram que 39 milhoes de brasileiros buscaram o Desenrola. Questionados se depois do lançamento do programa haviam percebido mudança na renda, a maior fatia deles, 35%, dizem que a renda aumentou significativamente. O conhecimento do programa também é grande e chega a 66% dos entrevistados. O governo tem ampliado seus gastos neste ano eleitoral. Estimativas de diferentes economistas chegam a contabilizar expansão de gastos em quase R$ 200 bilhões. Regime de trabalho O conhecimento sobre a proposta de fim da escala 6×1 também demonstrou ser amplo. Veja os números: 75% dos eleitores dizem ter tomado conhecimento, contra 25% que desconhecem. 69% deles se dizem favoráveis à proposta. Perguntados sobre o que farão se a medida passar a valer, 53% afirmaram que passarão mais tempo com a família. Os resultados reforçam a avaliação de que a percepção sobre a economia continua sendo o principal determinante da popularidade do governo e tende a influenciar o cenário político nos próximos meses. Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante ato de inauguração do Hospital Universitário da Universidade Federal de São João del-Rei (HU-UFSJ), em Divinópolis – MG Ricardo Stuckert / PR Pesquisa Quaest Em abril, a diferença entre os índices de desaprovação e aprovação do governo Lula era de nove pontos. Em maio, caiu para três, e era de apenas um ponto em junho, o que se manteve em julho. Na pesquisa anterior, 48% desaprovavam o governo e 47% aprovavam a gestão do presidente. A análise de Felipe Nunes, diretor da Quaest, destaca que Lula tem saldo de aprovação positivo pela primeira vez desde dezembro de 2024. A Quaest também questionou aos entrevistados como eles avaliam o trabalho que o presidente Lula está fazendo. Veja os números: Positivo: 36% (eram 34% em junho, 34% em maio, 31% em abril e 31% em março);; Negativo: 36% (eram 38% em junho, 39% em maio, 42% em abril e 43% em março);; Regular: 26% (eram 26% em junho, 25% em maio, 26% em abril e 25% em março);; Não sabe/não respondeu: 2% (eram 2% em junho, 2% em maio, 1% em abril e 1% em março). A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE com o número BR-07181/2026.

Perguntas frequentes

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Sobre o que trata “Percepção de melhora da economia explica melhora na avaliação do…”?
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Júlia Ferreira

Júlia Ferreira

Júlia Ferreira integra a equipe editorial do Estrato Política, vertical da rede Estrato, na função de Repórter de Congresso. O escopo permanente de cobertura inclui legislativo e partidos, com atenção ao leitor brasileiro que busca contexto factual, datas oficiais e implicações práticas. Na produção diária, prioriza fontes primárias (órgãos públicos, balanços, papers e documentos oficiais), cruza pelo menos duas referências independentes quando o tema é contestado e evita manchetes que prometam certeza onde há incerteza. Critérios de qualidade: lead com o fato principal, atribuição clara de autoria da equipe Estrato, atualização com selo quando há mudança material e linguagem acessível sem simplificar demais o risco ou o contexto. Trabalha sob revisão da mesa editorial e do editor-chefe do portal. Matérias YMYL recebem segunda leitura antes da publicação e podem ser atualizadas quando surgem novos dados oficiais. Limites: este perfil descreve o papel editorial na marca Estrato. O conteúdo publicado é informativo e não constitui aconselhamento médico, financeiro, jurídico ou profissional personalizado. Transparência ao leitor: metodologia em /metodologia/, ética em /etica-editorial/, correções em /correcoes/, equipe em /equipe/ e canal em /contato/ ([email protected]). Na página-mãe da rede, a bio ampliada e o arquivo de matérias ficam em estrato.cc/blog/, com link para o arquivo do autor em cada portal.

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