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Soja sobe no Brasil com dólar e Chicago, mas negócios seguem lentos

Foto: Embrapa Soja O mercado brasileiro de soja apresentou preços mais altos nesta quinta-feira (20). O dia foi de negociações…

Foto: Embrapa Soja

O mercado brasileiro de soja apresentou preços mais altos nesta quinta-feira (20). O dia foi de negociações pontuais, com o dólar subindo e também com a Bolsa de Chicago dando suporte. Porém, os negócios foram lentos nesta quinta-feira.

Passo Fundo (RS): passou de R$ 146,00 para R$ 147,00.

Santa Rosa (RS): passou de R$ 147,00 para R$ 148,00.

Cascavel (PR): passou de R$ 142,50 para R$ 144,00.

Rondonópolis (MT): permaneceu em R$ 138,00.

Dourados (MS): passou de R$ 135,00 para R$ 135,50.

Rio Verde (GO): permaneceu em R$ 138,00.

Paranaguá (PR): passou de R$ 153,50 para R$ 153,50.

Rio Grande (RS): passou de R$ 154,00 para R$ 155,00.

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam com preços mistos, perto da estabilidade, nesta
quinta-feira, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Após passar a maior parte do dia em alta, reagindo ao cenário fundamental, o mercado realizou lucros e reduziu os ganhos na parte final da sessão.

As preocupações com o potencial produtivo da safra americana, em função dos números abaixo do esperado indicados na crop tour da Pro Farmer, seguem sendo ponto de sustentação dos preços. A alta do petróleo e a demanda chinesa completam esse cenário positivo.
Em Illinois, a contagem de vagens da soja chega a 1.430,37 em uma área de três pés por três pés, ante 1.389,65 de média dos últimos três anos. No ano passado, o Crop Tour estimou a contagem de vagens em 1.479,22 em uma área de três pés por três pés. No oeste de Iowa, a contagem de vagens da soja soma 1.269 em uma área de três pés por três pés na primeira amostra (Distrito 1), 1.273 na segunda (Distrito 4) e 1.557 na terceira (Distrito 7). No ano passado, somavam 1.279 na primeira, 1.376 na segunda e 1.562 na terceira.
As importações de soja dos Estados Unidos pela China subiram 164% em julho ante o ano anterior, à medida que o produto adquirido sob um acordo para encerrar a guerra comercial do ano passado continuou chegando aos portos chineses. A China, maior compradora mundial de soja, trouxe 1,11 milhão de toneladas da oleaginosa dos Estados Unidos em julho, ante 420,8 mil em igual mês de 2025, segundo a Administração Geral da Alfândega. No acumulado do ano, são 10,29 milhões de toneladas importadas, 38% inferior a igual período do ano passado.
Do Brasil, foram importadas 9,78 milhões de toneladas em julho, perda de 5,9% frente ao ano passado. No acumulado do ano, são 44,53 milhões de toneladas importadas, 5,37% superior a igual período do ano passado.
Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 150.000 toneladas de soja para destinos não revelados, a serem disponibilizadas na temporada 2026/27.
As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2025/26, com início em 1º de setembro, ficaram em 85.000 toneladas na semana encerrada em 13 de agosto. Para a temporada 26/27, foram mais 1.723.000 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 1 milhão e 2,6 milhões de toneladas, somando-se as duas temporadas.

Contratos da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 0,75 centavo de dólar, ou 0,06%, a US$ 12,36 1/2 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 12,51 1/2 por bushel, com elevação de 0,25 centavo de dólar ou 0,01%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 1,80 ou 0,55% a US$ 323,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 71,32 centavos do dólar, com ganho de 1,36 centavo ou 1,94%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,33%, sendo negociado a R$ 5,1943 para venda e a R$ 5,1923 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1778 e a máxima de R$ 5,2013.

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Perguntas frequentes

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Beatriz Cunha

Beatriz Cunha

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